Uma cidade
para holandês ver
A
Companhia das Índias Ocidentais sente a necessidade de organizar a
administração do terreno conquistado. É escolhido para
esta missão um homem extremamente respeitado pelas suas qualidades
de militar, atestadas em campanhas na Europa. Em janeiro de 1637, chega ao
Brasil João Maurício, Conde de Nassau-Liegen, para assumir o
pomposo cargo de "Governador, Capitão e Almirante-General das
terras conquistadas ou a conquistar no Brasil".
Com exceção da força de resistência, a população
em geral acolhe muito bem o novo governante, na esperança de que sua
chegada represente momentos de trégua, quem sabe paz. Nassau não
frustra as expectativas, revelando-se administrador habilidoso. A construção
de Mauritzstadt (Cidade Maurícia ou Mauricéia), a que se agregam
belas obras de arte, consolidam o prestígio do jovem nobre, mesmo perante
os pernambucanos.
A veia do chefe militar, instigada pela cobiça da Companhia das Índias
Ocidentais, surge, por trás do empreendedor. Tendo como objetivo eliminar
o derradeiro foco de reação, lança duas colunas, sob
comando dos coronéis Von Schkoppe e Artichofsky, na direção
de Porto Calvo. Os brasileiros são batidos em Comandatuba oportunidade
em que o governador dos negros, Henrique Dias, tem sua mão esquerda
decepada e retraem para Alagoas. Nesta escalada de vitórias,
Nassau leva a dominação holandesa às margens do Rio São
Francisco e retorna ao Recife, para dar seqüência a sua gestão.
Um
Peão Valioso
Resitência
com persistência
Sedutoras
e vulneráveis
Um
triste personagem
O
salvador de Salvador
Rebeldes
ou patriotas?
Vencer
ou morrer
Guararapes
a hora da verdade
Com
bravura, sem perdão
Sublime
compromisso
Tempero
caboclo
Golpe
de mestre
Vitória
da raça (das três raças)
O
legado de guararapes